O PET ARQ UFAL realiza anualmente, desde 2004, a Semana da Arquitetura e Urbanismo. A Semau é um evento que abre espaço para discussão de temas que visem o enriquecimento da formação de estudantes e profissionais da área.

 

Nesse percurso de 13 anos, já contamos com a participação de profissionais renomados nacionalmente, a exemplo do Jorge Jauregui (Arquiteto, autor do Projeto "Favela-Bairro", RJ), Marcelo Suzuki (Arquiteto que atuou nas equipes de Lina Bo Bardi, SP), entre outros.

A XIV SEMAU traz o tema (IN)VISIBILIDADES URBANAS: POLÍTICA, DEMOCRACIA E RESISTÊNCIA com o intuito de discutir e trazer reflexões acerca da conjuntura social e política, e sua relação com as dinâmicas das cidades no Brasil. Da mesma forma, objetiva mostrar e compartilhar experiências positivas frente ao desafio urbano de superar as desigualdades socioespaciais, ressaltando o papel político da Arquitetura e Urbanismo e áreas afins como meio de resistência.

Neste ano, a XIV Semau será um evento preparatório do UIA 2020 RIO - 27º Congresso internacional de Arquitetos, tornando-se um ambiente de levantamento de questões significativas da nossa cidade e, se possível, de formulação de propostas a serem levadas ao Congresso. Fiquem ligados(as) que em breve lançaremos mais informações!

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dúvidas frequentes

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EDIÇÕES

xIii SEMAU

Os grandes desafios urbanos do início do século XXI passam por moradia, infraestrutura, transportes, energia, emprego, entre outros. Recentemente, a Conferência Habitat III, realizada em Quito, em 2016, discutiu uma nova agenda urbana, e reuniu milhares de participantes de comunidades acadêmicas, governos e sociedade civil para refletir sobre o futuro das cidades e a qualidade de vida para os seus moradores.

No Brasil, tais desafios ainda estão enraizados na exclusão e desigualdade socioespacial, que frequentemente acarretam problemas de uso e ocupação do solo, mobilidade urbana, segurança, entre outros.

Nesse contexto, a XIII SEMAU - Semana de Arquitetura e Urbanismo, com o tema: “VIVACIDADE: Desafios, Planejamento e Participação”, propõe-se a debater sobre a cidade: seus desafios, ações possíveis de planejamento e a importância da participação do cidadão, visando promover discussões sobre o papel do arquiteto em face às interferências que o urbanismo e a arquitetura podem provocar na dinâmica social do espaço urbano, e como as diversas intervenções podem contribuir para a identificação e envolvimento do usuário que o vivencia.

Essas reflexões, enfim, devem inspirar à construção de ideias e alternativas para o planejamento de cidades mais vivas, com equilíbrio entre uso e ocupação do solo, relação mais adequada com a natureza, espaços seguros e saudáveis, áreas públicas convidativas, inspiradoras e inclusivas, independente de renda, gênero ou etnia. Afinal, para quem é a cidade?

O evento aconteceu na Universidade Federal de Alagoas, nos dias 28, 29, 30 e 31 de agosto de 2017, com cerca de 185 participantes e contou com conferências proferidas por:

- Raquel Rolnik (FAU-USP)

                                  


- Regina Dulce Lins (FAU-UFAL)


- Elisabete França (FAAP/USP Cidades) 

- Flávio Tavares (SEPLAG/Conde-PB))


- e comentários de Verônica Robalinho (FAU-UFAL) e Renan Silva (Unit Alagoas)

Além de:

- percurso de bicicleta

- visita guiada Maceió Invisível
- oficina CartoGrafando Afectos em Maceió
- oficina InterAfetiva
- oficina Signos, No Plural

- Cine Semau, com exibição do filme De Onde Eu Te Vejo
- e lançamentos da Revista Ímpeto n.7 (PET Arquitetura UFAL) e do livro “Guerra dos Lugares”, de Raquel Rolnik



 

Confira a programação e saiba mais sobre os palestrantes:

xII SEMAU

Nesta edição, trouxemos o tema Arquitetura e Reticências. O evento aconteceu nos dias 25, 26 e 27 de outubro de 2016, no Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, onde também aconteceram apresentações culturais, exposições artísticas e o lançamento da Revista Ímpeto n. 6. 

xI SEMAU

No período de 06 a 08 de outubro de 2015, a Casa da Indústria sediou a XI edição da Semana de Arquitetura e Urbanismo (SEMAU), atraindo um público recorde de 160 pessoas, entre alunos de graduação e profissionais.

 

O evento é organizado anualmente pelo PET Arquitetura e tem por objetivo disseminar e promover debates através de palestras que, nesta edição, decorreram acerca do tema: Códigos Urbanos, em homenagem aos 200 anos da cidade e a revisão do Plano Diretor de Maceió. Os participantes puderam contar com apresentações culturais, interagir com expressões artísticas e participar do lançamento da Revista Ímpeto.

Códigos Urbanos...

 

O ser humano se move sobre o planeta. Nos seus movimentos, ele desenha no chão caminhos. No encontro de caminhos cria cidades, ela própria núcleo denso de movimentos e interações. Desse modo, a cidade também se move. 

Casas e caminhos vão desenhando formas de viver determinadas por uma série de códigos, como planos urbanísticos, sinais de trânsito, mas também, por apropriações espaciais genuinamente informais, como se faz quando sombrinhas coloridas demarcam territórios na areia da praia ou quando muros e paredes são grafitados, tal como o primitivo fazia nas cavernas. As apropriações são múltiplas e diversas. Elas dizem algo, informam, mediam relações sociais, comportamentos. Nessa perspectiva, o motivo da XI SEMAU é o de suscitar debates sobre como os espaços públicos são apropriados, desde aqueles regidos por determinados códigos oficias de obras e posturas, até os criados a partir de iniciativas informais de apropriação, sejam essas arquitetônicas ou corporais.

x SEMAU

“Habitar é deixar rastros.”

(Walter Benjamim)

 

Nos dias 7, 8 e 9 de outubro, na Casa da Indústria, aconteceu a décima edição da SEMAU (Semana de Arquitetura e Urbanismo), que veio com a proposta de socializar questões acerca dos principais temas tratados pelo Programa de Pós-Graduação da FAU nos últimos 11 anos, os quais podem ser sintetizados na articulação entre tempo, pessoas e o espaço que essas produzem.

 

Considerando o papel do arquiteto no contexto da contemporaneidade, especialmente naquela em que se insere a cidade de Maceió-AL, a ideia da SEMAU de 2014, que se apresentou sob o título – Dinâmicas do Espaço habitado – foi promover reflexões sobre diversos processos percebidos, construídos e vivenciados que se configuram a partir dos movimentos das pessoas em relação ao tempo e à apropriação humana do meio físico, na perspectiva de compreender e atuar na complexa dinâmica promovida pelo gesto de habitar.

 

 

 

 

 

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Íria Almeida